Translate

Etiquetas

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Não deixe para amanhã o que o bebé pode comer já

É fundamental os bebés habituarem-se a aceitar sabores, cores e texturas, mas é também importante saber como prevenir possíveis alergias e intolerâncias alimentares.
Foi por esse motivo que escolhi esse tema para o meu texto da Revista Saúda. Se não teve oportunidade de o ler, pode fazê-lo clicando aqui.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Colo precioso

Numa altura em que se discute cada vez mais o papel dos avós na educação dos netos, faz sentido pensar um pouco sobre o assunto.
Esse foi um dos temas que eu escolhi para o meu texto mensal da Revista Saúda, da Associação Nacional de Farmácias, pelo que se não o leu, pode fazê-lo clicando aqui.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Se uma mãe que amamenta comer feijões, o bebé vai ficar com cólicas - mito ou realidade?

Mito!
Está actualmente bem estabelecido que as mães que amamentam podem e devem comer de tudo. Aliás, são essas as recomendações da Sociedade Portuguesa de Pediatria e da Sociedade Europeia de Nutrição Pediátrica. Se uma das vantagens do leite materno é ser um alimento "dinâmico", que vai variando o seu sabor consoante a alimentação da mãe, é um contra-senso defender uma alimentação materna monótona e pouco diversificada.
Por outro lado, o conceito de que "o que provoca cólicas à mãe também provoca cólicas ao bebé" nem sequer faz sentido do ponto de vista teórico. Os alimentos como o feijão e os legumes verdes aumentam a produção de gás a nível do intestino e podem causar até algum desconforto, porque possuem muitas fibras que não são absorvidas. Assim, se não são absorvidas é impossível passarem para o leite materno e, muito menos, provocar algum tipo de desconforto ao bebé.

Trata-se de um mito que foi sobrevivendo ao efeito dos tempos, mas que não tem fundamento, pelo que é importante desconstruí-lo e zelar pela "liberdade alimentar" das mães que amamentam.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

5 milhões e meio de visitas!

Ontem ultrapassámos os 5 milhões e meio de visitas!
É um número astronómico, tendo em conta que há cerca de três anos tínhamos acabado de chegar às 750 mil.
A todos quantos contribuíram e contribuem para este crescimento, aqui fica o meu MUITO OBRIGADO!
Continuemos, rumo aos 6 milhões...

quinta-feira, 11 de maio de 2017

As crianças e a espiritualidade

Este é um tema muito pouco consensual e para o qual não existem propriamente "recomendações". No entanto, faz sentido pensar nele, para perceber de que forma podemos retirar os aspectos positivos que a religião pode ter para oferecer.
Foi esse o propósito que me levou a escrever sobre esse tema para a Revista Saúda.
Se não leu o artigo, pode fazê-lo clicando aqui.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Pintarolas

A varicela é das doenças infecciosas mais frequentes em Pediatria e todos os pais devem ter um conhecimento mínimo sobre ela.
Foi esse o propósito que me levou a escolher esse assunto para um dos meus textos na Revista Saúda. Se não o leu, pode fazê-lo clicando aqui.

domingo, 7 de maio de 2017

Qual é a idade ideal para entrar para a Escola Primária?

Nesta altura do ano, esta é uma dúvida que preocupa muito grande parte dos pais. A entrada para a Escola Primária é um marco importante no crescimento e desenvolvimento de todas as crianças, pelo que é fundamental tentar perceber o que é que os estudos dizem sobre esse assunto.
Foi esse o motivo que me levou a escolher este tema para o meu texto deste mês do site da revista Visão.
Se não o leu, pode fazê-lo clicando aqui.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

A educadora do meu filho acha que ele tem capacidades acima da média - o que devo fazer?

Em princípio não deve fazer nada...
É verdade que as crianças não têm todas as mesmas capacidades, mas isso não significa obrigatoriamente um problema. O mais importante é perceber se a criança é "funcional", ou seja, se está bem adaptada aos contextos onde se insere. Se estiver bem em casa, na escola e nas actividades que frequenta, não faz sentido estar a fazer nenhum tipo de avaliação ou orientação diferente. Claro que essas crianças são mais "exigentes" e vão colocar alguns desafios à educadora, mas se o seu empenho e comportamento for adequado, bem como a sua interacção com as outras crianças, significa que não é um problema. E se não é um problema, não é preciso fazer nada.
No entanto, se a criança estiver mal adaptada, seja em termos de motivação ou então da relação com os outros meninos, pode fazer algum sentido fazer uma avaliação cognitiva (geralmente realizada por um psicólogo). Nela vai-se perceber quais as áreas mais "fortes" da criança, o que pode ajudar a delinear estratégias que aumentem a sua motivação e pode também ser importante trabalhar com ela algumas questões da interacção social. No entanto, volto a reforçar a ideia de que isso é algo que se justifica apenas numa minoria de casos, quando a criança não é "funcional".
Nos outros deve-se apenas deixar a criança ser feliz, é o seu principal Direito e o nosso principal Dever enquanto cuidadores...